quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Às vezes é preciso, no mínimo, olhar para o céu.

Não só na frente da televisão, onde é óbvio, mas algumas vezes não parece que o cérebro trava? Falha de alguma forma?

Para cada ser humano parece que há um pacote de preocupações, com direito a etiquetinha com o nome (por que geralmente não são transferíveis), que varia de tamanho, geralmente com a idade, mas que sempre tem o mesmo peso, e não adianta ir aliviando pelo caminho, por que sempre, mas eu digo sempre mesmo, vão sendo acrescentados novos problemas ao pacote.

Todo esse peso às vezes faz com que a gente fique com o humor afetado, sabe, a gente reclama de tudo e de todos. Reclama da vida. Talvez, me arrisco a dizer, e por experiência própria, todas essas preocupações e esse mau-humor ajudam para que nosso cérebro falhe. E quando eu digo cérebro, não falo apenas da capacidade de raciocínio, que é claramente afetada, mas da criatividade e da inteligência emocional!

A gente não tem como se livrar das preocupações, mas tem como ver as coisas de um outro modo, lembrar que apesar do peso do pacote, que atrapalha, claro, a caminhada, tem coisas acontecendo a nossa volta que podem fazer com que esqueçamos, pelo menos um pouco, os problemas.

Pessoas.

            Paisagens.

            Músicas.

            Sorrisos.

            Para as coisas voltarem a funcionar, às vezes é preciso, no mínimo, olhar para o céu.

 

Um comentário:

  1. Esse saiu de uma conversa nossa!

    Só a Amanda não trava, não precisa olhar pro seu, encontra tudo dentro dela. Que coisa, como é que você faz?

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