segunda-feira, 4 de maio de 2009

O advogado de defesa abandonou o caso, vamos agora aos fatos.

Jogue se quiser jogar.
Minta se quiser mentir.
Eu insisto em falar,
É você quem vai cair.
Cansei de brincar,
Já perdeu a graça.
Cansei de ajudar.
Se quiser, que faça.
Não me culpe pelos seus erros.
Você que escolheu assim.
Agora eu rompo com os elos.
Nada mais espere de mim.

Não me julgue, se é você que está no banco dos réus.
Você está no banco dos réus.

Minta se quiser jogar.
Jogue se quiser mentir.
Nem a saliva vou gastar,
Você já cansou de ouvir.
Cansei da sua graça,
Já perdeu a brincadeira.
Cansei de dizer ‘faça’.
Se quiser, faça a besteira.
Não me culpe pelos seus elos.
Eu que escolhi assim.
Agora eu rompo com os meus erros.
Saia de perto de mim.

Não me julgue, se é você que está no banco dos réus.
Você está no banco dos réus.

2 comentários:

  1. uau. profundo. ownante. ah que coisa, como eu te admiro ex *-* seus poemas são absolutamente perfeitos!

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  2. Quando o seu livro sair, promete me dar a primeira edição autografada?

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