domingo, 17 de maio de 2009

O mundo está de cabeça pra baixo, entenda quem puder, salve-se quem quiser.

O sangue pra cabeça escorreu,
As idéias se revolucionaram.
Aos poucos a mente morreu,
Mas os neurônios se acostumaram.
Quem sou eu, quem é você?
Quer saber, não importa!
Nada do que o mundo vê
Está pra dentro de sua porta.
O que é mesmo moral?
Todos se esqueceram.
Se é humano ou animal.
Todos se perderam.
Quem sou eu, quem é você?
Não é tudo relativo.
Não importa o que o mundo vê.
Não se resuma em estar vivo.
Não se deixe levar
Pela moda do “não há moda”
Você tem que pensar!
Nem tudo no mundo roda.
Nem tudo no mundo é certo.
Nem tudo no mundo encaixa.
Estamos longe, mesmo perto.
É pra isso que existe a faixa.
Atravesse onde é seguro.
Onde os carros não estão passando.
Por mais que brilhe, é tudo escuro.
E nosso tempo está acabando.

E no meio desta confusão, ainda existe uma luz no fim do túnel.

Um comentário:

  1. Está ficando realmente dramático (no bom sentido), já consigo imaginar sua voz declamando, você devia mesmo tentar fazer isso, aliás espero que já esteja, mostrando seus ótimos poemas para mais gente. Esse poema foi um que eu particularmente gostei do final (da faixa em diante). Parabéns de novo!

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