quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Foda-se


Vamos comemorar a diferença.
A diferença entre um e outro.
A diferença que cada um faz.

Todos os defeitos do mundo.
São piores do que o seu.
Já percebeu? Tanto faz.

Como diria Pitty, a cantora.
Atire a fucking primeira pedra.
Se não há pecado que te desfaz.

MAS VAMOS COMEMORAR A DIFERENÇA!
Porra, que diferença, eu sou melhor que você.
Tudo bem, não posso negar.

Pra ninguém, ninguém faz diferença.
Pra todo mundo, o mundo não é nada.
Não preciso me explicar.

É confuso, mas que se foda.
Se não sente falta, não cutuca.
O que não quer acordar.

VAMOS COMEMORAR A INDIFERENÇA.
O ódio pelo erro alheio.
Vamos no nosso rabo sentar!

Se sou assim tão ruim.
E você pode me julgar.
Vou me recolher ao meu canto.
Vou me por no meu lugar.

Mas ó, vem cá.
Eu só quero te avisar.


Foda-se.

sábado, 18 de setembro de 2010

Luxúria


A música toca, tudo entra em erupção
Quero você aqui, te ter na minha mão
Seu corpo deslizando pelo meu, sem parar.
Um movimento obsceno que me faz te amar.

Eu morro de vontade, eu morro de calor
Eu morro com a tara de provar o seu amor.
Eu morro sem fôlego, a pressão só faz subir
E eu te quero agora, vamos juntos nos despir.

Me beije, me ame, pela pura luxúria.
Me toque, me aperte, hoje não há injúria.

E tudo isso é bom, o jogo sexual.
Então não enrole, é tudo tão natural.
Venha e me consuma, me tenha por completo.
Me use como quiser, hoje eu sou seu objeto.

Tire a sua roupa, agora, estou mandando.
Tire a minha roupa enquanto estou olhando.
Sinta a vibração que vem de dentro de mim.
Sinta a excitação que não está por ter um fim.

Me beije, me ame, pela pura luxúria.
Me toque, me aperte, hoje não há injúria.

Me toque, não pare.
Não pare, não pare.
Ah!

Me beije, me ame, pela pura luxúria.
Me toque, me aperte, hoje não há injúria

Ah!
Ah!
Ah!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Eu Não Vou Parar de Olhar


Eu inflo seu ego, você descansa minha vista.
Sem tocar, sem chegar perto, sem nenhuma lista.
Você está lá, eu estou aqui, apenas olhando.
Contato apenas visual, eu não estou te amando.

Eu não quero o seu corpo. Eu não quero seu coração.
Só continue com a beleza que relaxa a minha visão.
Eu não quero o seu corpo. Eu não quero seu coração.
Mantenha tais problemas bem longe da minha mão.

Não estou sendo fútil, como pode parecer.
Você é bem amável, é fácil de se conviver.
Eu gosto do seu eu bem antes da sua beleza.
Mas você tem essa vantagem, coloco as cartas na mesa.

Eu não quero o seu corpo. Eu não quero seu coração.
Só continue com a beleza que tem. Ela relaxa minha visão.
Eu não quero o seu corpo. Eu não quero seu coração.
Eu só quero observar e eu recuso uma negação.

Os seus olhos.
A sua boca.
O seu nariz.
Tudo em perfeita harmonia.
O seu cabelo.
O seu sorriso.
O seu corpo.
Uma linda sincrionia.

Mas não, eu não te desejo.

Eu não quero o seu corpo. Eu não quero seu coração.
Só continue com a beleza que relaxa a minha visão.
Eu não quero o seu corpo. Eu não quero seu coração.
Mantenha tais problemas bem longe da minha mão.

Mantenha tais problemas bem, bem longe da minha mão.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Bipolar


Eu quero, eu não quero.
Eu faço, eu não faço.
Eu sou, mas não sou.
Não estou mais em mim.

Eu quero, eu não quero.
Eu faço, eu não faço.
Eu sou, mas não sou.
Eu não sou mesmo assim.

Eu choro, eu estou frio.
Eu não amo mais ninguém.
Eu me afundo em depressão.
Não gosto de mim também.

Eu quero, eu não quero.
Eu faço, eu não faço.
Eu sou, mas não sou.
Eu não estou mais em mim.

Eu pulo, eu rio.
Sou o melhor cara do mundo.
Eu tenho boa auto-estima.
Não ocilo por um segundo.

Eu quero, eu não quero.
Eu faço, eu não faço.
Eu sou, mas não sou.
Eu não sou mesmo assim.

Eu não sei mais quem eu sou.
Acho que isso é mais do que um.
O tempo passa, mas ainda não me achou.
Queria saber se esse estado é comum.

Eu vou pra direita, eu vou pra esquerda.
Eu nunca fico feliz.
Eu sou bipolar, eu não tenho foco.
Eu não tenho uma matriz.

Eu quero, eu não quero.
Eu faço, eu não faço.
Eu sou, mas não sou.
Eu não estou mais em mim.

Eu quero, eu não quero.
Eu faço, eu não faço.
Eu sou, mas não sou.
Eu não estou mais em mim.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Rainha


A beleza de uma miss, o poder de uma rainha.
Mas ela nunca foi inteiramente minha.

Ela controla quem ela quer, tem o mundo em sua mão
Mas sou confuso até pra ela, a gente perde o nosso o chão.
Não falamos a mesma língua, mas temos o mesmo coração.
Não falamos a mesma língua, mas temos o mesmo coração.

A beleza de uma miss, o poder de uma rainha
Mas ela nunca foi inteiramente minha.
O coração de uma dama que nunca está sozinha.
Mas ela nunca foi inteiramente minha.

Temos vontade de ficar junto e medo de nos perdermos.
Mas ela sabe que podemos fazer qualquer coisa que quisermos.
Não falamos a mesma língua, mas os corações são os mesmos.
Não falamos a mesma língua mas os corações são os mesmos.

A beleza de uma miss, o poder de uma rainha.
Mas ela nunca foi inteiramente minha.
O coração de uma dama que nunca está sozinha.
Ms ela não é, nem nunca foi inteiramente minha.

De noite no meu quarto, eu tento entender
Toda essa coisa que atrai e me faz querer você
Esse poder inatingível
Tão facilmente diluível
Esse olhar de quem não quer crescer.
O amor que só faz crescer.

A beleza de uma miss, o poder de uma rainha
Mas ela nunca foi inteiramente minha.
O coração de uma dama que nunca está sozinha.
Mas ela nunca foi inteiramente minha.

A beleza de uma miss, o poder de uma rainha
Mas ela nunca foi inteiramente minha.
Nunca foi inteiramente minha.