sábado, 18 de setembro de 2010

Luxúria


A música toca, tudo entra em erupção
Quero você aqui, te ter na minha mão
Seu corpo deslizando pelo meu, sem parar.
Um movimento obsceno que me faz te amar.

Eu morro de vontade, eu morro de calor
Eu morro com a tara de provar o seu amor.
Eu morro sem fôlego, a pressão só faz subir
E eu te quero agora, vamos juntos nos despir.

Me beije, me ame, pela pura luxúria.
Me toque, me aperte, hoje não há injúria.

E tudo isso é bom, o jogo sexual.
Então não enrole, é tudo tão natural.
Venha e me consuma, me tenha por completo.
Me use como quiser, hoje eu sou seu objeto.

Tire a sua roupa, agora, estou mandando.
Tire a minha roupa enquanto estou olhando.
Sinta a vibração que vem de dentro de mim.
Sinta a excitação que não está por ter um fim.

Me beije, me ame, pela pura luxúria.
Me toque, me aperte, hoje não há injúria.

Me toque, não pare.
Não pare, não pare.
Ah!

Me beije, me ame, pela pura luxúria.
Me toque, me aperte, hoje não há injúria

Ah!
Ah!
Ah!

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